
Mais uma vez, os Portugueses são chamados ás urnas, para decidir em referendo, a despenalização do aborto.
Os cartazes espalhados nas nossas ruas iniciaram já mais uma dura campanha política! Mas, não se trata de uma Eleição!
Trata-se de honrar a liberdade conquistada por este País!
Quantas mulheres se sujeitam a abortos clandestinos sem as mínimas condições?
Quantas dessas mulheres acabam em hospitais, em risco de vida, onde são desprezadas e tratadas como lixo?
Porque o aborto, legal ou não, vai continuar a existir!
Então, porque não criar condições para tal?
Em quantas bocas a palavra aborto se traduz em crime?
E quantas delas não escondem que também o fizeram no passado?
E quantas esposas de Doutores e Engenheiros deste País que se debatem contra a despenalização vão a Espanha fazê-lo comodamente, com as melhores das condições?
Chega de hipocrisia!
Aos que apontam o dedo a quem o faz, nunca se esqueçam do que vos poderá bater á porta!
O facto de uma mulher recorrer á interrupção da gravidez é já um enorme sofrimento, para quê castiga-la como se fosse uma criminosa?
Aos que defendem o Não, que abominam o aborto, a solução é simples...não o façam!
Mas pela liberdade e pela saúde das Portuguesas, deixem-nas decidir!
Marina Ramalho
Os cartazes espalhados nas nossas ruas iniciaram já mais uma dura campanha política! Mas, não se trata de uma Eleição!
Trata-se de honrar a liberdade conquistada por este País!
Quantas mulheres se sujeitam a abortos clandestinos sem as mínimas condições?
Quantas dessas mulheres acabam em hospitais, em risco de vida, onde são desprezadas e tratadas como lixo?
Porque o aborto, legal ou não, vai continuar a existir!
Então, porque não criar condições para tal?
Em quantas bocas a palavra aborto se traduz em crime?
E quantas delas não escondem que também o fizeram no passado?
E quantas esposas de Doutores e Engenheiros deste País que se debatem contra a despenalização vão a Espanha fazê-lo comodamente, com as melhores das condições?
Chega de hipocrisia!
Aos que apontam o dedo a quem o faz, nunca se esqueçam do que vos poderá bater á porta!
O facto de uma mulher recorrer á interrupção da gravidez é já um enorme sofrimento, para quê castiga-la como se fosse uma criminosa?
Aos que defendem o Não, que abominam o aborto, a solução é simples...não o façam!
Mas pela liberdade e pela saúde das Portuguesas, deixem-nas decidir!
Marina Ramalho
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